“Morei sozinha em São Paulo e precisava conhecer a falta de amor. Filmei todos os dias. Quando terminava, ficava muito sozinha, concentrada na falta de afeto, na solidão, em algo que tapasse o buraco, mas os buracos eram sempre aumentados”, diz Deborah

Deborah conheceu o problema das garotas de programa de perto. Esse buraco que só aumenta.



